Eu ando meio sem rumo na internet e, resolvi ver o we heart it. Passando por lá eu vi uma ilustração linda, então, resolvi pesquisar umas ilustrações pra colocar aqui. Vamos as fotos?
Gostaram? Lindas imagens, não é mesmo? Pois é, dá uma vontade de ficar vendo elas a todo momento e de desenhar também.
Hoje eu resolvi escolher algumas músicas das minhas bandas favoritas para que vocês conheçam o meu estilo musical. Cada banda tem um significado pra mim e espero que vocês curtam!
Essa música é uma fofura. Da até, uma certa vontade de apertar as bochechas delas.
9. Lady Gaga - Americano
Amo essa música. Ela é bem engraçadinha e lembra os mariates (é assim que se escreve?), hahahahah.
10. Colbie Caillat - I do
Eu acho essa música uma fofura. O clipe então, nem se fala. Me deixa super feliz essa música.
Nenhuma das músicas estão por ordem de gosto. Fui colocando as que vinham a minha cabeça.
Espero que tenham gostado e, vou tentar fazer isso toda semana.
Beijinhos açucarados.
3 de jan. de 2012
O medo do Amor
Medo de amar? Parece absurdo, com tantos outros medos que temos que enfrentar: medo da violência, medo da inadimplência, e a não menos temida solidão, que é o que nos faz buscar relacionamentos. Mas absurdo ou não, o medo de amar se instala entre as nossas vértebras e a gente sabe por quê.
O amor, tão nobre, tão denso, tão intenso, acaba. Rasga a gente por dentro, faz um corte profundo que vai do peito até a virilha, o amor se encerra bruscamente porque de repente uma terceira pessoa surgiu ou simplesmente porque não há mais interesse ou atração, sei lá, vá saber o que interrompe um sentimento, é mistério indecifrável. Mas o amor termina, mal-agradecido, termina, e termina só de um lado, nunca se encerra em dois corações ao mesmo tempo, desacelera um antes do outro, e vai um pouco de dor pra cada canto. Dói em quem tomou a iniciativa de romper, porque romper não é fácil, quebrar rotinas é sempre traumático. Além do amor existe a amizade que permanece e a presença com que se acostuma, romper um amor não é bobagem, é fato de grande responsabilidade, é uma ferida que se abre no corpo do outro, no afeto do outro, e em si próprio, ainda que com menos gravidade.
E ter o amor rejeitado, nem se fala, é fratura exposta, definhamos em público, encolhemos a alma, quase desejamos uma violência qualquer vinda da rua para esquecermos dessa violência vinda do tempo gasto e vivido, esse assalto em que nos roubaram tudo, o amor e o que vem com ele, confiança e estabilidade. Sem o amor, nada resta, a crença se desfaz, o romantismo perde o sentido, músicas idiotas nos fazem chorar dentro do carro.
Passa a dor do amor, vem a trégua, o coração limpo de novo, os olhos novamente secos, a boca vazia. Nada de bom está acontecendo, mas também nada de ruim. Um novo amor? Nem pensar. Medo, respondemos.
Que corajosos somos nós, que apesar de um medo tão justificado, amamos outra vez e todas as vezes que o amor nos chama, fingindo um pouco de resistência mas sabendo que para sempre é impossível recusá-lo.
Hoje eu estava vendo uma matéria na capricho.com.br sobre exercícios para emagrecer e manter o bumbum "durinho". E já que na minha wishlist eu desejei emagrecer 10kg....... vou fazer dessa a minha rotina diária:
Vou começar a partir da segunda que vem :)
Espero que vocês também tentem emagrecer (ou não, caso não necessite).